in ,

França diz ter sonhado com volta ao São Paulo

Ídolo do São Paulo disse ter recusado propostas de Flamengo, Palmeiras e Cruzeiro durante a carreira e que esperava uma ligação para retornar ao Tricolor

Quinto maior artilheiro do Tricolor foi entrevista pelo Globoesporte.com, e falou que por muito tempo esperava uma ligação do Tricolor para uma possível volta, mas esta nunca aconteceu.

“Eu tive mais concreta a do Flamengo, através do Kleber Leite (ex-presidente), que ligou no meu apartamento em São Paulo, e depois o professor Luxemburgo. Quando ele assumiu o Palmeiras, acho que em 2008, queria formar um timaço e contava muito comigo. Era o principal centroavante que ele queria contar. O Zezé Perrela também sempre quis me levar para o Cruzeiro. Essas são as três mais concretas”, afirmou. 

E completou: “Mas sempre declarei que se eu voltasse, voltaria para o Brasil para jogar no São Paulo. Até mesmo para fazer os últimos 61 gols para me tornar o primeiro da história. Acabou não acontecendo, porque infelizmente, na única ligação que precisei, o São Paulo não ligou. O único time que meu telefone nunca tocou foi o São Paulo Futebol Clube. Aí seria a concretização para encerrar a carreira no São Paulo.”

França fez história no São Paulo entre 1996 e 2002. Com 182 gols em 327 jogos, ajudou a equipe nas conquistas do Torneio Rio-São Paulo, em 2001, e do Campeonato Paulista em 1998 e 2000. Ele é o quinto maior artilheiro da história do Tricolor.

O vasto currículo de conquistas com a camisa do clube fez com que França se tornasse um ídolo da torcida são-paulina. E Kaká foi um desses fãs. Ainda garoto, nas categorias de base, o ex-meia tietou França em um local inusitado:

“Eu lembro que fiz um gol contra o Corinthians, ganhamos acho que de 2 a 0, no Campeonato Brasileiro, e fui sorteado para o antidoping. Do campo você já vai direto para a sala do doutor, em uma sala no Morumbi. Eu lembro que estava lá, tomando a água e bateram na porta. Eram o pai do Kaká e o Kaká, com 17, 16 anos. Ele queria tirar uma foto. Perguntei para o doutor se podia tirar, porque não pode entrar na sala. Levantei, fui até a porta e tirei a foto”, relembrou. 

O que achou?

Escrito por Natália Milreu