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Em entrevista, Belmonte ressalta que 2022 do Tricolor pode ser igual ou mais fraco que o atual

Carlos Belmonte. (Foto: Reprodução vídeo SPFCtv)

Em entrevista para o UOL Esporte, Belmonte ressalta que o São Paulo pode ter temporada de 2022 com um elenco igual ou mais fraco que o atual

O diretor de futebol do São Paulo, Carlos Belmonte, admitiu nesta quinta-feira que a equipe pode iniciar a temporada de 2022 com um elenco igual ou mais fraco que o atual. Precisando vender atletas para equilibrar o caixa, a diretoria aguarda ansiosamente por propostas e não pretende fazer contratações bombásticas na próxima janela.

“Igual para mais enfraquecido”, respondeu Belmonte ao ser questionado sobre o elenco da próxima temporada em entrevista ao Uol. “A gente vai ter que dizer isso ao torcedor. O time com o tamanho do São Paulo não pode entrar em um campeonato sem a pretensão de entrar para ganhar. Mas, não temos recursos para contratar jogadores de ponta”.

Belmonte aposta na capacidade do técnico Rogério Ceni e do coordenador técnico, Muricy Ramalho, de identificar talentos subvalorizados. Milton Cruz, que agora integra a comissão técnica do time profissional como auxiliar, também deve ajudar na procura por reforços baratos, algo que já fez em outros momentos de sua trajetória no São Paulo.

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“Temos que contratar jogadores que estão despontando, que se encaixam no nosso time mesmo que tecnicamente não tenham um status relevante. Estamos em uma situação financeira muito difícil, temos que ter muita calma. Por isso, acredito muito no trabalho do Muricy, do Rogério e dos nossos scouts”, prosseguiu.

Caso venda um de seus principais jogadores revelados na base, como Luan, Liziero, Gabriel Sara, Igor Gomes ou Rodrigo Nestor, o Tricolor poderá cogitar investir um valor maior por um reforço, mas com responsabilidade. No momento, a prioridade é diminuir o endividamento do clube.

“Claro que isso eventualmente pode mudar. Se surge uma proposta muito boa para um dos meninos que tenho aqui, desse valor talvez possa disponibilizar 30%, 40% para ir ao mercado. Teremos saídas e com os recursos das saídas é que viabilizaremos chegadas”, concluiu.

Foto: Reprodução
Fonte: Gazeta Esportiva

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Escrito por Natália Milreu