Cuca falou atuação do São Paulo e expulsão de Toró

O técnico do São Paulo viu a equipe bem abaixo das expectativas no empate com o Bahia, neste domingo, no Morumbi 

O São Paulo enfrentou o Bahia neste domingo, e ficou no empate de 0 x 0. Sem muita criatividade e intensidade no primeiro tempo, o Tricolor até melhorou na segunda etapa, mas teve Toró expulso em um lance que o VAR analisou e com dez jogadores não conseguiu os três pontos em casa. 

Veja a análise que o treinador do Tricolor fez após o empate em casa com o Bahia: 

ATUAÇÃO DO TRICOLOR

“O desempenho lógico que não foi satisfatório, não foi ideal, mas aí entram coisas do jogo, o Bahia marcou bem. Tem três volantes que marcam bem, dobraram a marcação no Antony e no Toró, mas faltou aproximação, tabelar, nos faltou também em alguns momentos a referência, que às vezes você não consegue no passe e acha no pivô. Tivemos chances, demos na trave, o primeiro tempo pegado, mas o Bahia com poucas chances também.” 

“Hoje não temos o que reclamar do empate, o Bahia jogou melhor com um a mais, mas o que deu para conseguir foi o empate em um dia que muitos dos nossos jogadores não tiveram um grande dia.”

SUBSTITUIÇÃO DE PATO

“Tirei o Pato porque a gente precisava, na minha opinião, de uma velocidade maior, mais referência, o Pato não estava conseguindo, nem ele, nem o Hernanes. O Hernanes vindo de trás com os abertos pela ponta, ele não conseguiu. Mas ele saiu por opção minha e não nada físico.”

ANTONY CONVOCADO

“O Antony era para sair no primeiro tempo, mas eu já tinha trocado o Liziero, mas outros dois para sair. Não fez um grande jogo, mas foi um guerreiro, jogou com o problema na coluna, na costela. Ele jogou 16 partidas seguidas, é normal que caia até no aspecto físico. Lógico que o jogador almeja a seleção, mas o que a gente pede é para ter critério, se eles convocarem e todos forem, ok, mas não adianta convocar todos e só o meu ir.”

EXPULSÃO DE TORÓ 

“Eles disseram que foi lance de interpretação. “Eu tô grande, sei o que eu fiz”, ele (árbitro) me disse. A gente tem que confiar, eles não erram por mal. Agora acho que quem está lá em cima chama ele e passa uma batata quente. De repente eles podem ajudar se não passar nada. Já vi lance que chamam por um pisão, outro igual que não, tem que organizar para criar um critério só, para não ter dúvida sobre o posicionamento do VAR.”

Foto: Marcos Ribolli