Gol anulado de Galoppo, em Mirassol x São Paulo, foi correto? Veja o que diz a regra

Gol foi anulado devido a uma suposta interferência de Calleri, que estaria em posição de impedimento

Galoppo contra o Mirassol

Flickr São Paulo FC

São Paulo empatou com o Mirassol em 1 a 1 na noite desta terça-feira (23) pela segunda rodada do Campeonato Paulista.

O tricolor paulista, porém, teve um gol anulado após revisão do VAR que gerou polêmica nas redes sociais. Veja, abaixo, o que diz a regra sobre o lance.

Mais sobre São Paulo x Mirassol

  •  Logo no início do segundo tempo, Galoppo acertou um chute de fora da área após passe de Ferreirinha para virar o jogo para o tricolor paulista;
  • Depois de revisão no VAR, o árbitro Lucas Canetto Belotte decidiu anular o gol devido a uma suposta interferência de Calleri;
  • Sobre esse tipo de lance, a regra afirma que  “o impedimento deve ser marcado caso o jogador atacante impeça o goleiro de jogar ou tentar jogar ao claramente obstruir sua linha de visão“.

Gol anulado

Após o Mirassol abrir o placar com Luiz Otávio e o São Paulo empatar em cobrança de pênalti de Galoppo, a partida entre as equipes foi para o intervalo empatada. Logo no início do segundo tempo, Galoppo acertou um chute de fora da área após passe de Ferreirinha para virar o jogo para o tricolor paulista.

Depois de revisão no VAR, o árbitro Lucas Canetto Belotte decidiu anular o gol devido a uma suposta interferência de Calleri, que estava em posição de impedimento e teria atrapalhado a visão do goleiro Muralha.

O que diz a regra?

Sobre esse tipo de lance, a regra afirma que  “o impedimento deve ser marcado caso o jogador atacante impeça o goleiro de jogar ou tentar jogar ao claramente obstruir sua linha de visão“.

O advérbio “claramente” torna a regra interpretativa, pois não é possível mensurar se Calleri obstruiu a visão de Muralha, ainda mais de maneira clara. Rafael Porcari, consultor de arbitragem, comentou que, na sua opinião, o gol foi bem anulado.

“Lance chato, mas bem anulado. Além de [Calleri] atrapalhar a tentativa de [Muralha] ver a jogada, o goleiro pode crer que a bola seria tocada para o atacante (não é o goleiro que tem que saber se o atacante está impedido ou não, e se pode ou não o são-paulino receber a bola)”, escreveu ele.

O consultor de arbitragem também afirma que a decisão foi acertada independentemente do fato de que o goleiro talvez não conseguisse defender a bola.

“Um amigo me escreveu: ‘O goleiro está mal posicionado, ele não ia defender de qualquer jeito. Isso não conta?” Não, a regra não prevê essa condição (e nem poderia, porque analisar distância e possibilidade de defesa seria audacioso demais para os legisladores). Independente de tudo isso, o que vale é: Calleri estava em impedimento ativo por interferir contra um adversário, ao passar na sua frente na hora do chute do companheiro”, concluiu Rafael Porcari.

Veja o gol abaixo:


Por: Sambafoot
Foto: Divulgação CBF

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