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Raí seguirá no Tricolor, mas…

Leco, desistiu de fazer uma troca no comando do departamento e decidiu renovar o contrato do dirigente por mais uma temporada

A troca no comando do futebol era considerada iminente nos bastidores do São Paulo antes da partida contra o Internacional. Pressionado por grupos políticos da base aliada a fazer uma reestruturação e a tirar Raí, Leco havia definido que o diretor geral do clube Carlos Belmonte Sobrinho seria o nome para o cargo, caso a saída do ídolo fosse confirmada.

A classificação do São Paulo para a fase de grupos da Libertadores de 2020, o apoio dos jogadores e de Lugano a Raí, e pressões internas de diferentes alas do clube fizeram o presidente repensar a decisão.

VALE LEMBRAR QUE em 2020, Diego Lugano terá maior participação no departamento de futebol, diferente de como foi em 2019.

Em meio à indefinição sobre o futuro de Raí, foi cogitada a possibilidade de uma composição na gestão do departamento de futebol. Esse formato acomodaria o ídolo e Belmonte em diferentes funções, mas essa ideia não avançou.

Em meio à reviravolta, os cargos de Alexandre Pássaro e Chapecó estão mantidos no departamento de futebol.

Com a permanência de Raí e a definição de que Fernando Diniz será o técnico em 2020, o São Paulo agora segue o planejamento para a próxima temporada. Porém, a permanência não foi vista com bons olhos pelos conselheiros que queriam um deles no lugar de Raí, ou seja, o ex-camisa 10 do Tricolor terá muito trabalho esse ano para voltar a nos dar alegrias e provar que realmente merece estar no cargo que não foi tão bem nos últimos anos. 

O clube precisa vender jogadores para fechar as contas no azul. Antony é o principal candidato e tem boas chances de ser negociado – ele desperta interesse de clubes da Alemanha.

FOTO: Maurício Rummens / Estadão Conteúdo

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Escrito por Rodrigo Alcântara