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Ministério Público pede mais quebras de sigilos bancários da gestão Aidar

Foto por: Bruno Santos

Segundo o Blog do Perrone, do UOL Esporte, MP também pediu novos documentos sobre transações suspeitas

O Ministério Público paulista decidiu ampliar os pedidos de quebras de sigilos bancários em operações feitas durante a gestão de Carlos Miguel Aidar na presidência do São Paulo. Segundo o Blog do Perrone, do UOL Esporte, o MP também pediu novos documentos sobre transações suspeitas. O clube, porém, não confirma o recebimento da intimação para entregar a papelada. 

Em novembro, a promotoria solicitou à Justiça mais quebras de sigilos bancários. Não é possível saber todos que tiveram as contas abertas e quem foram os alvos das últimas solicitações porque o caso está em segredo de Justiça.

Segundo o Blog, os novos documentos pedidos pelo MP estão todos os referentes a eventuais operações com Cinira Maturana, que se aproximou do clube na ocasião como namorada de Aidar, uma empresa dela e outros relativos à negociação com a fornecedora de material esportivo Under Armour. 

COMEÇO DA INVESTIGAÇÃO

A investigação teve início em 2016 depois que conselheiros oposicionistas liderados por  Newton Luiz Ferreira, o “Newton do Chapéu” levaram ao Ministério Público denúncias referentes ao período em que Aidar presidiu o São Paulo. 

O foco principal dos trabalhos foi a contratação de Iago Maidana com suspeitas de lavagem de dinheiro. Entre as contas que tiveram pedido de quebra de sigilo estão as do Monte Cristo, time que vendeu Maidana ao São Paulo sem chegar a aproveitá-lo, e de uma empresa pertencente a Cinira. 

Segundo as investigações feitas pelo Ministério Público, o Monte Cristo, de Goiás, pagou R$ 400 mil ao Criciúma pelo jogador usando dinheiro colocado no negócio pela empresa Itaquerão Soccer. Dias depois, o jogador foi vendido ao São Paulo por R$ 2 milhões, de acordo com a promotoria, o que gerou a suspeita de lavagem de dinheiro. 

Foto: Bruno Santos
Fonte: Blog do Perrone – UOL Esporte

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Escrito por Natália Milreu