in ,

Liga seria uma espécie de nova “João havelange”?

Taça do brasileirão no Morumbi. (Foto: Divulgação)

Liga independente de clubes no futebol brasileiro tem promessa de R$ 3 bilhões, brasileirão maior e menos rebaixados

Idealizador do movimento, o grupo liderado pelo advogado Flávio Zveiter foi o primeiro a colocar suas ideias na apresentação aos dirigentes de clubes. Na mesa, uma promessa de 500 milhões de euros (mais de R$ 3 bilhões em valores atuais) em um aporte inicial para começar os trabalhos da liga.

O grupo de Zveiter entende que a gestão da sonhada nova liga deva ser tocada apenas por executivos sem ligações com times e que cartolas só estariam presentes em um conselho superior, evitando conflitos de interesses em questões como distribuição de renda, calendário e até arbitragem.

Critérios para distribuição de verba bilionária

Em um planejamento, o grupo já esboçou até uma possível divisão de receitas. Clubes da Série A ficariam com 80% da grana, enquanto a Série B dividiria 20% do aporte inicial – respeitando seis critérios: maior número de títulos e vice-campeonatos, presença na primeira divisão, pontos acumulados na primeira divisão, tamanho da torcida em pesquisa recente, público pagante em média de temporadas recentes e divisão atual.

O montante oriundo dos direitos de transmissão seria distribuído respeitando diferentes critérios para TV aberta (posição na tabela), pay-per-view (quantidade de assinantes), direitos internacionais (posição na tabela) e propriedades no campo (igual para todos).

Zveiter, que pilota todo o planejamento direto de Nova York (EUA), e empresários como Ricardo Fort, que liderou os departamentos globais de Visa e Coca-Cola em diversas negociações de grandes competições esportivas, defendem ainda mudanças no calendário, um campeonato mais extenso (de 9 a 10 meses de duração) e menor número de rebaixamento e acesso entre as séries A e B.

Fonte: ESPN
Foto: Divulgação

O que achou?

-1 pontos
Upvote Downvote

Escrito por Rodrigo Alcântara