Desde 2015 pra cá, Leco vive pior momento na gestão do São Paulo

Leco virou presidente do São Paulo em outubro de 2015, e de lá pra cá a sua gestão foi péssima. O São Paulo colecionando vexames, dentro e fora de campo e nenhum título

Presidente do São Paulo desde outubro de 2015, Leco nunca foi unanimidade no Morumbi. Após quatro anos no comando do clube, o dirigente coleciona vexames em competições, apenas uma final (Paulistão), e nos bastidores se vê estremecido no clube. Veja abaixo os principais fatos que fizeram Leco ficar enfraquecido politicamente: 

CONDIÇÃO FINANCEIRA

São Paulo teve um déficit de R$ 77 milhões nos primeiros oito meses do ano. 

CONSELHEIROS VETARAM CONTRATO DO PROGRAMA SÓCIO-TORCEDOR

Na última reunião do Conselho Deliberativo, os conselheiros rejeitaram o contrato com a Feng, empresa que cuidaria do programa de sócio-torcedor. Uma cláusula de rescisão de R$ 1,5 milhão estipulada pela Feng foi um dos entraves. O repasse de 15% do valor bruto do lucro também irritou os conselheiros.

ACORDO MILIONÁRIO ENVOLVENDO RICARDINHO

O meia, contratado em 2002, gerou uma dívida ao Tricolor – na época, era de R$ 5 milhões. Com juros e correção monetária, foi para R$ 35 milhões. O jurídico são-paulino se acertou para bancar R$ 30 milhões, em 36 parcelas.

O problema é que os pagamentos só começarão a ser feitos a partir de março do ano que vem, fazendo com que Leco, só arque com dez prestações, deixando para seu sucessor outras 26. Vale lembrar que o valor acordado é de R$ 685 mil para as primeiras 26 parcelas e de R$ 514 mil nas dez parcelas finais.

MORAL BAIXA NOS CORREDORES DO CLUBE

Por tantas besteiras feitas no comando do São Paulo, Leco está com a moral baixa no clube. Tanto que até nomes de possíveis candidatos à presidência pela situação parecem tentar se descolar do atual presidente. A impressão interna é de que aquele que for indicado por Leco terá enorme dificuldade de se eleger no pleito marcado para o fim do ano de 2020.

Foto: Divulgação
Fonte: Terra.com