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Boas notícias para Fernando Diniz

Até a pausa no futebol brasileiro devido à pandemia do coronavírus, em março, o São Paulo tinha seis jogadores lesionados em seu departamento médico.

Após quase dois meses, o clube tem praticamente todo o elenco recuperado e treinando sem restrições em suas respectivas residências sob as orientações da comissão técnica e dos médicos do clube.

Semanalmente, os jogadores recebem uma cartilha para seguir treinos e alimentação. Não há, por enquanto, um treino onde todos os atletas se reúnem por videoconferência.

Veja abaixo a situação de cada um deles:

Tiago Volpi.

Após sofrer uma fratura na mão direita no duelo contra a LDU, pela Libertadores, Volpi ficou fora do último jogo do São Paulo antes da parada do futebol, diante do Santos, e tinha um prazo de recuperação de seis semanas.

Em casa, o goleiro seguiu as recomendações do departamento médico e da fisioterapia do clube durante este período e, no fim de abril, ele afirmou que está 100% recuperado da lesão.

Léo.

No dia 12 de fevereiro, o lateral-esquerdo sofreu uma entorse no tornozelo esquerdo após uma disputa com Liziero em um treino no CT da Barra Funda. O prazo de recuperação era de dois meses.

Quando o futebol foi paralisado, Léo estava na fase de transição e já realizava treinos leves com bola no campo. Ele seguiu os protocolos em casa e, assim como Volpi, já está disponível para ser utilizado por Fernando Diniz quando as competições retornarem. Pelas redes sociais, o lateral divulgou alguns treinos que vem realizando.

Helinho.

O atacante era o principal substituto de Antony no início da temporada, e inclusive foi escolhido para ser titular e substituir o companheiro que estava a serviço da seleção brasileira olímpica. Logo na segunda rodada do Campeonato Paulista, no entanto, uma lesão no tornozelo esquerdo interrompeu a ascensão de Helinho.

Sem a necessidade de uma cirurgia, o atacante fez um tratamento conservador e iniciaria treinos com bola. Já recuperado, Helinho apareceu durante as férias do São Paulo jogando futevôlei em Sertãozinho, no interior de São Paulo.

Gabriel Sara.

Ainda na pré-temporada, Gabriel Sara fraturou o quinto metatarso do pé esquerdo e não disputou um jogo sequer na temporada. Quando as competições foram paralisadas, o meia estava retornando aos treinos com bola.

O jogador, então, já está apto a disputar partidas e pode ser mais uma opção do técnico Fernando Diniz no meio de campo.

Joao Rojas.

Sem atuar desde o dia 26 de outubro de 2018 por conta de duas lesões seguidas no joelho direito, Rojas vivia a expectativa de ainda atuar neste primeiro semestre de 2020. A pandemia do novo coronavírus, no entanto, atrasou alguns processos na recuperação do atacante. No último dia 24, ele fez nova avaliação com a fisioterapia do São Paulo, que considerou um avanço no tratamento.

Rojas precisa passar por novos testes para iniciar uma nova etapa do tratamento, mas a evolução do equatoriano deixou o departamento médico feliz. Rojas agora faz trabalho de fortalecimento para ganhar massa muscular e equilibrar a força nas duas pernas.

Dentro de algumas limitações, Rojas passa por exercícios coordenativos com bola e movimentação lateral em sua casa durante a pandemia do novo coronavírus.

O foco está na reabilitação e não no condicionamento físico. Ou seja, segundo o São Paulo, o jogador ainda não está no estágio de transição.

Walce.

De todos os lesionados, Walce é o que tinha o prazo de recuperação mais demorado. Com uma grave lesão no joelho esquerdo sofrida em janeiro, quando estava com a seleção brasileira olímpica, a previsão de retorno do zagueiro era de seis a oito meses.

Durante a pandemia, Walce postou vídeos realizando exercícios em casa, mas ainda não tem uma data para que possa trabalhar com bola.

Fonte: Globo Esporte
Foto: Erico Leonan – saopaulofc.net

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Escrito por Rodrigo Alcântara