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Auro fala sobre poucas oportunidades no Tricolor e vários empréstimos

O lateral-direito de 23 anos falou sobre o período curto no time principal do São Paulo e as poucas oportunidades que teve

Auro veio das categorias de base do Tricolor. O jogador, após subir para o time principal, não teve muitas oportunidades. 

O lateral passou quatro anos no clube (2014 a 2018), e foi emprestado três vezes. O último time que ele foi, o Toronto FC no início do ano passado, comprou o jogador, e hoje ele é uma das peças importantes da equipe, que disputa o MLS. 

Em entrevista para a Gazeta Esportiva, Auro falou sobre os empréstimos e não reclamou do São Paulo ter feito o que fez. O jogador demonstrou entender a situação e preferiu exaltar a oportunidade de mostrar o seu futebol.

“Os empréstimos foram necessários. Sou da base, então tem sempre aquele ‘pé atrás’, de que precisa de amadurecimento e bagagem. Tive uma passagem pelo América-MG e comecei muito bem, mas depois senti meu joelho e tive que operar. É necessário ter o empréstimo, dar oportunidade para o menino jogar. Na minha época, tinha 19, 20 anos, então era necessário, para eu poder mostrar meu futebol”, disse.

Auro está na segunda temporada no Toronto FC, e disse não ter problemas de adaptação na América do Norte, elogiou a experiência de atuar na MLS e, perguntado sobre um possível retorno ao São Paulo, não negou oferecer a cortesia de uma conversa.

“Experiência fantástica. Vai ser minha segunda temporada aqui em Toronto e já me sinto em casa. A cidade é muito boa, a equipe também, estrutura excelente. Já até me acostumei com o frio. Nunca tinha jogado fora do Brasil, e espero ter mais uma temporada boa aqui no Toronto, saindo com a classificação nos playoffs. Espero que possamos, quem sabe, conquistar o título”, falou, 

E completou: “O futuro a Deus pertence. Não posso falar se vou defender o São Paulo novamente um dia. Mas quem sabe, se eles quiserem me contratar, nós sentamos e conversamos. Nunca posso falar ‘não’ para um clube do tamanho do São Paulo. Se um dia eles vierem falar comigo, claro que tenho que escutar e a gente senta e conversa. Quem sabe? Por enquanto, vamos vivendo a cada dia e jogando futebol, que é o mais importante.” 

Foto: Miguel Schincariol/Divulgação
Fonte: Gazeta Esportiva

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Escrito por Natália Milreu