in ,

A partir desta quinta-feira, não poderá ter conselheiro remunerado no São Paulo

São Paulo e o caso sério de cargos para conselheiros no departamento de futebol - Foto: saopaulofc.net

Os diretores que estão remunerados e são conselheiros do clube deverão escolher se seguem com cargos no clube ou retomam suas cadeiras no Conselho Deliberativo

Diretores e funcionários remunerados do São Paulo que também são conselheiros do clube têm prazo até esta quinta-feira (dia 2 de abril) para escolher se seguem com cargos no clube ou retomam suas cadeiras no Conselho Deliberativo.

Hoje cinco profissionais do São Paulo estão nessa situação:

  • Elias Barquete Albarello (diretor executivo financeiro – conselheiro vitalício);
  • Eduardo Rebouças Monteiro (diretor executivo de infraestrutura – vitalício);
  • Paulo Mutti (superintendente de gestão de contratos – vitalício);
  • Mauro Castro (gerente de estádio – vitalício);
  • Márcio Carlomagno Araújo (assessor da presidência – conselheiro eleito).

Atualmente eles estão licenciados do Conselho Deliberativo para exercer a função remunerada, conforme artigo 57 do estatuto do clube. Mas isso não será mais permitido depois desta quinta-feira, por causa de uma alteração estatutária aprovada em maio de 2019.

O São Paulo abre eleição para conselheiros vitalícios quando há dez vagas vazias. Neste momento existem nove. Caso um dos diretores remunerados que é conselheiro vitalício decida abrir mão da cadeira no Conselho, haverá eleição para escolher dez novos integrantes.

Ou seja, como é provável que ao menos um dos conselheiros vitalícios remunerados abra mão da sua cadeira, essas vagas deverão começar a ser preenchidas agora neste mês.

Na prática, as atribuições de conselheiros vitalícios e eleitos são as mesmas. A vantagem dos vitalícios é não depender mais de futuras eleições, o que dá mais força na articulação política.

Os profissionais remunerados que decidirem permanecer na função não poderão disputar a eleição de conselheiros em novembro, um mês antes do pleito para eleger um novo presidente. Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, não poderá concorrer à reeleição.

Foto: Marcelo Hazan 
Fonte: Globoesporte.com

O que achou?

Escrito por Natália Milreu