5 motivos que explicam como o São Paulo faz e leva tanto gol neste ano

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Como melhor ataque e a pior defesa, São Paulo segue sonhando alto, mas precisa ter mais equilíbrio para poder chegar ao topo

Em apenas oito jogos oficiais, já ficou claro que o São Paulo apresenta um contraste em seus números. De um lado, o time tem o melhor ataque do país entre os clubes de Série A, com 22 gols em oito jogos (média de 2,75 por partida). Do outro, a defesa sofreu 15 tentos nos mesmos confrontos (média de 1,88 por duelo).

Desta maneira, o Tricolor passou a ter o seu melhor ataque desde 1997, enquanto conta com a sua pior defesa desde 2000. Logicamente, o treinador trabalha para tentar dar mais equilíbrio para o time e para deixar o saldo de gols ainda mais positivo.

Veja alguns motivos que explicam como a equipe apresenta números tão díspares:

Contratações

O São Paulo investiu pesado para reforçar o seu ataque nesta temporada. Para o elenco deste ano, o clube contratou Lucas Pratto, Wellington Nem e Neilton.

Foco nas finalizações

Na Florida Cup, o São Paulo disputou duas partidas sem marcar nem sequer um gol (contra o River Plate e o Corinthians). Por isso, não é de se estranhar que o técnico Rogério Ceni tenha focado nos treinamentos de finalização. O resultado deu certo e o Tricolor completou uma sequência de oito partidas sem passar em branco.

Sistema tático

Desde que foi contratado no ano passado, Rogério Ceni deixou claro que gostaria de implantar um sistema tático ofensivo. O treinador colocou em prática suas ideias e tornou o São Paulo mais forte no ataque. No entanto, a defesa ficou um pouco mais exposta. No meio de campo, por exemplo, João Schmidt fica bastante sobrecarregado com a marcação ao jogar ao lado de Thiago Mendes e Cícero, que ajudam no apoio ofensivo.

Relaxamento

É normal que um time perca um pouco de sua atenção depois de abrir vantagem. É nítido que em alguns momentos, esse relaxamento da equipe propicia a reação dos adversários.

Falhas individuais

Contra o Mirassol, por exemplo, o zagueiro Maicon falhou ao tentar driblar o rival, que, cara a cara com o goleiro, só teve o trabalho de fazer o gol, diante do Audax, foi a vez de Douglas, contra o Santos, Sidão…

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