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São Paulo deve ter primeira redução de dívidas no ano desde 2017

Casares golpista

Pela primeira desde 2017, o Tricolor deve fechar o ano com a dívida – hoje estimada em quase R$ 700 milhões, mais baixa

Pela primeira vez desde 2017, o São Paulo deve fechar o ano com redução em suas dívidas – hoje estimada em cerca de R$ 700 milhões, segundo apurado pela reportagem do LANCE!.

Como o ano ainda não terminou, não há o valor exato de quanto será a redução da dívida total. Mas, pelo que tudo indica, será a primeira vez em cinco anos que encerrará menor que os R$ 697 milhões.

De 2015 a 2020, quando Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, assumiu a presidência do clube, a dívida – antes estimada em R$ 300 milhões – dobrou. Ao final de 2020, esta já girava em torno dos R$ 606 milhões.

Quando a gestão atual assumiu, havia R$ 82 milhões de curtíssimo prazo e o risco de sanção na FIFA. Há ainda dívidas com empresários, jogadores e a situação é de reconstrução. Desta forma, a tendência é de equilíbrio (com redução e superávit pequenos). Neste ano, como dito antes, mesmo que ainda seja pouco comparado ao tamanho, existirá essa redução no valor. 

Em 2022, o São Paulo cumpriu todas as suas metas de premiação, que estavam previstas nos orçamentos divulgados pelo Conselho Deliberativo no começo do ano. A ida para a final da Copa Sul-Americana arrecadou R$ 25 milhões.

Na Copa do Brasil, embolsou R$ 19,5 milhões. Nesta última, a meta era estar pelo menos entre os oito primeiros, mas o clube foi até a semifinal. No Paulista, R$ 1,6 milhão pelo vice na competição. E por fim, no Brasileiro, mesmo de fora da Libertadores, levou R$ 27 milhões pela nona colocação.

Além disso, também contou com dinheiro das vendas de atletas e do mecanismo de solidariedade da Fifa – graças às transferências de Antony e Casemiro para o Manchester United, que arrecadaram cerca de R$ 12,2 milhões.

Veja a evolução das dívidas do São Paulo nos últimos anos:

2018 – R$ 334 milhões
2019 – R$ 538 milhões
2020 – R$ 606 milhões
2021 – R$ 697 milhões

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Escrito por Rodrigo Alcântara