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Rogério Ceni: “Falta muito para pensar em algo, mas o resultado está bom”

Apito final, aplausos da torcida e confusão, Rogério Ceni como um bom capitão foi apartar o empurra-empurra e em seguida falou com os jornalistas que o aguardavam com ansiedade

Na boca das escadas que vão para o vestiário, o M1to conversou rapidamente com a imprensa e falou sobre o resultado da partida:

– Foi razoável, mas com esse resultado está bom. Traz confiança, mas precisamos bastante ainda para pensar em título. Mas para hoje está bom. Esse resultado dá uma amenizada e um acalmada. Agora, temos duas semanas até a volta da Libertadores. Mas temos de evoluir muito para pensar em algo maior na competição. Nos mantivemos vivos no grupo da morte, essa é a verdade. Jogamos um futebol razoável – disse Ceni.

Ceni falou sobre os gritos da torcida para Muricy Ramalho e para o Mestre Telê:

– Quando jogamos a Libertadores, de quarta-feira, no Morumbi, o Telê é sempre lembrado. Trabalhei com ele. As homenagens são bacanas. Ele escreveu a história no clube e é natural o Muricy ser ovacionado. Ele tem os méritos dele. É a terceira passagem pelo clube, espero que seja vitoriosa como foi a segunda.

Questionado sobre o próximo adversário do São Paulo na Libertadores (San Lorenzo), Ceni se mostrou cauteloso:

– Temos um mata-mata contra o San Lorenzo e creio que quem vencer chega forte na rodada final para o segundo turno.

Rogério também elogiou o desempenho do setor defensivo, mas fez questão de exaltar a atuação dos laterais Bruno e Reinaldo no ataque.

– Quando sai do jogo sem sofrer gols é porque deu certo. Futebol é baseado nisso, a análise não é do jogo completo. Mas são dois ótimos zagueiros, que necessitam de um conjunto do sistema defensivo. Os dois laterais eu destaco, foram diferentes hoje, foram jogadas muito boas deles. O time foi bem nisso. E atrás não tivemos muito trabalho – completou.

O São Paulo volta a campo pela Libertadores no dia 18, contra o San Lorenzo, no Morumbi. No próximo domingo, enfrenta o Rio Claro, fora de casa, pelo Paulistão.

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Escrito por Rodrigo Alcântara