Pela história do São Paulo

Bauza comenta sobre mudança de postura do Tricolor desde a sua chegada.

Patón aos poucos foi dando cara ao São Paulo que ganhou espírito de equipe e retomou as tradições do clube, além do espírito de Libertadores tão cobiçado pela torcida.

Basicamente, o que fizemos é, primeiro, respeitar essa história. São Paulo tem uma história que é pesada e temos que defendê-la. É isso que propus ao São Paulo. Muito sacrifício. Defender a camisa e a história que tem o São Paulo. Esse compromisso adquiriram todos os atletas. Hoje fico contente em ver a equipe assim, mais do que jogue bem ou mal. Há regras que são restritas. Jogador que para sai. Ninguém pode parar. Sacrifício é de todos. As partidas dizem isso. Podemos jogar, mas o sacrifício e a entrega são totais” – disse Bauza

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O técnico ressaltou a importância de Lugano e a sequência de jogos do uruguaio que tem que ser controlada:

Em relação a Lugano, estamos tratando para que possa ter uma continuidade nos jogos que o leve a ficar melhor do que está. Esta partida seria a primeira vez que vai jogar depois de três dias. Antes, vinha sendo uma vez por semana. Nesta, vai jogar depois de três dias. É importante pelo que transmite, pelo que brinda à equipe, não apenas futebolisticamente, mas sua presença, sua liderança. Se transforma em um jogador importante para o São Paulo” – comentou o Patón Bauza.

O treinador comentou sobre as semifinais da Libertadores e o equilíbrio com o Brasileirão nesse meio tempo:

Espero que cheguemos à final. Não vai ser fácil a partida com o Nacional. Se chegarmos, daremos a importância. No Brasileiro, não teremos duas equipes para colocar. Não é o mesmo jogar Ganso ou Lucas Fernandes, por mais que Lucas Fernandes seja uma aposta importante e vá ser um grande jogador. Não está pronto para assumir protagonismo de outro jogador. Primeiro, que cheguemos a esta instância. Depois, vamos trabalhar com a lógica. Tudo indica que vamos dar prioridade caso cheguemos à final” – completou o argentino

bauza

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