NOSTALGIA TRICOLOR – A saga do hexa brasileiro

O Nostalgia Tricolor desta semana será especial, e nele relembraremos a incrível campanha do São Paulo no campeonato brasileiro de 2008

Salve nação soberana, o Nostalgia Tricolor desta semana será pra lá de especial. Iremos relembrar, com fotos, vídeos e relatos, a histórica campanha do sexto título brasileiro do São Paulo Futebol Clube.

PALAVRAS DO EDITOR

O São Paulo de hoje realmente não chega aos pés do time campeão em 2008? Em raça, vontade, entrega e amor a camisa não. Entretanto, sabemos que tecnicamente temos muitos bons jogadores, casos de: Renan Ribeiro, Rodrigo Caio, Jucilei, Cueva e Lucas Pratto. Além de jovens talentos como: Júnior Tavares, Lucas Fernandes, Shaylon, Éder Militão, Lucas Perri e Brenner. Isso sem contar dos reforços que estão chegando: Arboleda, Jonatan Goméz e Petros. Temos um bom time e um treinador que ama verdadeiramente o São Paulo. A propósito, quem quer que o Mito saia do São Paulo ainda não parou para pensar. Pense quantos treinadores passou pelo São Paulo entre 2009 até hoje… Quantos deram certo?! Temos que parar com essa cultura de “A equipe está mal, é culpa do treinador”. O São Paulo tem que dar longevidade aos seu treinadores, Muricy Ramalho e Telê Santana são as maiores provas disso. Outra coisa que falta ao time de hoje é o apoio dos torcedores. Eu como torcedor apaixonado por esse clube sei o quanto é difícil apoiar nesses momentos, mas é o que nos resta. Não adianta nada xingar os atletas, isso só dará insegurança a eles, temos que apoia-los, só assim poderemos vislumbrar um futuro melhor. Ademais, nós torcedores sabemos mais que ninguém que a atmosfera do Morumbi lotado é possível tocar até o coração mais gelado. Nação, o São Paulo tem muitos problemas, mas nós podemos tirar ele dessa situação. E assim como em 2008, quando os matemáticos apontaram que o tricolor tinha apenas 1% de chance para vencer o campeonato, nós mostramos novamente quem é o clube da Fé, o clube que a moeda já caiu em pé.

Contudo, o que seria de um clube gigante se não fosse sua gloriosa história? Então nada melhor que relembrarmos esta gigantesca conquista. Espero que apreciem novamente essa linda parte da história do mais querido!

RECORDAR É VIVER!

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Rogério “MITO” Ceni ergue a taça do campeonato Brasileiro pelo 3° ano consecutivo

Após um traumático campeonato estadual, onde o tricolor foi eliminado pelas peppas nas semifinais. O São Paulo iniciou o campeonato brasileiro com uma visão secundária, isso porquê, o técnico Muricy Ramalho e os jogadores do Soberano eram pressionados pelo título da Libertadores daquele ano, que era tratado pela diretoria e torcida, como obrigatório.

Resultado de imagem para São Paulo perde para o Grêmio na estreia do campeonato brasileiro de 2008Assim, a estreia na competição nacional aconteceu no dia 10 de maio, frente ao Grêmio, no Morumbi. Visando as quartas de finais da Libertadores, o São Paulo entrou em campo com um time alternativo (misto), e acabou sucumbindo aos gaúchos em casa, perdendo por 1 a 0.

Mesmo com a derrota na estreia, a diretoria e a torcida são-paulina não estavam “nem ai”, já que na quarta feira (14) receberia o Fluminense, no Morumbi, pela Libertadores, e era aquele jogo que importava. No jogo de ida, o São Paulo venceu os cariocas por 1 a 0, com gol de Adriano.

No jogo seguinte da competição nacional, o São Paulo iria visitar o sempre difícil Atlético-PR, em Curitiba. Diferentemente ao que fez na estreia contra o Grêmio, Muricy Ramalho não escalou um time “misto”, dessa vez Muricy mandou a campo o time inteiramente reserva, o tricolor começou atrás no placar, mas com muita luta, conseguiu o empate após tento anotado por Éder Luis. Mesmo com um a menos em campo (o zagueiro Aislan foi expulso), o São Paulo segurou o empate e pontuou pela primeira vez no brasileirão.

Porém, quatro dias depois, no jogo de volta da Libertadores da América, o São Paulo perdeu para o Fluminense por 3 a 1 e acabou eliminado da competição continental. Essa eliminação, ou melhor, essa bomba estourou em cima da cabeça de Muricy Ramalho. Com a eliminação, a mídia e alguns conselheiros, absurdamente, não poupou criticas ao treinador são-paulino e chegaram a dizer que era o fim da passagem do treinador pelo clube do Morumbi.

Para corroborar com as criticas, o São Paulo ainda continuou sem vencer no campeonato brasileiro por duas rodadas (empate com o Coritiba, no Morumbi e empate com as sereia da vila, na baixada santista), e com a eliminação, que adiantou a saída de Adriano do Morumbi,  na Libertadores e uma sequência de 4 jogos sem vitória no Brasileirão a demissão de Muricy parecia ser inevitável. Entretanto, o apoio incondicional da nação são-paulina e do presidente tricolor Juvenal Juvêncio fizeram com que Muricy continuasse o seu trabalho no São Paulo.

Hernanes, Dagoberto, Jancarlos, Jean e Hugo (Ao fundo) comemoram gol do profeta

Sem saber o que era vencer nas quatro primeiras rodadas da competição e, os três pontos era essencial nos próximos jogos, e assim aconteceu, o tricolor emplacou 3 vitórias consecutivas contra Atlético-MG (5 a 1, em casa), Flamengo (4 a 2, fora de casa) e Sport (1 a 0, em casa). Essas importantes vitórias, tiraram o São Paulo da zona de rebaixamento (18° posição) e pôs o tricolor no G-6 há apenas 4 pontos pontos do líder.

Mas, nas três rodadas seguintes, apenas dois pontos conquistados (nos empates em 1 a 1 contra Cruzeiro e Ipatinga) e derrota por 2 a 1 para o Náutico, fora de casa. Entre as rodadas 11ª e 13ª, três vitórias: 2 a 1 no Palmeiras, em casa, 3 a 1 no Vitória, fora, e 2 a 1 no Botafogo, em casa. Na 15ª rodada, derrota para o Inter, no Sul, por 2 a 0, e volta por cima na vitória por 3 a 1 sobre a Portuguesa, em casa. Nas quatro últimas rodadas, duas vitórias (4 a 0 no Vasco, em casa, e 2 a 1 no Goiás, em casa), um empate (1 a 1, com o Figueirense, fora) e uma derrota (3 a 1, para o Fluminense, fora, com três gols do carrasco Washington), resultados que mantiveram o São Paulo na 4ª colocação, atrás do líder Grêmio, do vice, Cruzeiro, e do terceiro, Palmeiras.

Logo na primeira rodada do returno, o time paulista perdeu mais um duelo para o Grêmio, dessa vez fora de casa, por 1 a 0, e viu os gaúchos dispararem 11 pontos na liderança. Muitos já davam o São Paulo como fora da disputa pelo título e uma volta por cima era quase impossível. Mas nada era impossível para Muricy. Muito menos para um time tão acostumado com as adversidades e perito em pontos corridos.

Zé Luís, o guardião do meio de campo tricolor em boa parte do Brasileiro de 2008.

A partir da 21ª rodada, o São Paulo tinha plena consciência de que não poderia perder mais pontos de maneira nenhuma. Derrotas eram inadmissíveis. Empates, só se fossem alguns, ou fora de casa ou, no máximo, em clássicos. Nas quatro rodadas após o revés para o Grêmio, o time venceu o Atlético-PR, em casa, e empatou três jogos contra Coritiba (2 a 2, fora), Santos (0 a 0, em casa) e Atlético-MG (1 a 1, fora). Na 25ª rodada, vitória por 2 a 0 sobre o Flamengo, em casa, com gols de Dagoberto e Hugo, e empate em 0 a 0 com o Sport, fora de casa, na 26ª rodada. Só nas três rodadas seguintes que a equipe engatou três vitórias consecutivas e alcançou novamente o G4, após derrotar Cruzeiro (2 a 0, em casa), Ipatinga (3 a 1, fora) e Náutico (1 a 0, em casa). Em mais um duelo contra um rival direto na luta pelo título, o tricolor abriu 2 a 0 diante do Palmeiras, no Palestra Itália, e tinha mais três preciosos pontos em suas mãos até os 33 minutos do segundo tempo, quando permitiu a reação do time da casa, que chegou ao empate e frustrou os planos dos tricolores.

Resultado de imagem para São Paulo brasileiro de 2008Mas, no duelo seguinte, contra o Vitória, em casa, o São Paulo venceu por 2 a 1 (gols de Hernanes e Hugo) e engatou uma sequência de seis vitórias seguidas: 2 a 1 no Botafogo, fora, 3 a 0 no Internacional, em casa, com show do trio Borges, Dagoberto e Hugo, 3 a 2 na Portuguesa, fora, 3 a 1 no Figueirense, em casa, e 2 a 1 no Vasco, fora, em um jogo cheio de pressão pelo fato de o time carioca estar na zona de rebaixamento na época e precisar desesperadamente da vitória. Graças àquela arrancada e aos tropeços dos líderes, o São Paulo saiu da quarta posição e chegou ao topo da tabela pela primeira vez (na 33ª rodada, após a goleada sobre o Inter). Quietinho e sem alardes, o time já estava com novas chances de título e se apoiava nas atuações decisivas de Hugo e Borges, os artilheiros do time no torneio (eles terminaram a competição com 14 e 16 gols marcados, respectivamente) e fundamentais para a arrancada do segundo turno. Faltavam apenas duas rodadas para o fim. E o caneco poderia vir em casa, no dia 30 de novembro, contra o Fluminense.

Borges: artilheiro e um dos heróis do hexa.

Mesmo diante de 66.888 pagantes no Morumbi, o São Paulo não conseguiu o que precisava (uma vitória simples) e apenas empatou com o Fluminense em 1 a 1, resultado que adiou a decisão do torneio para a última rodada. A parada seria complicada, afinal, o time iria enfrentar o Goiás, fora de casa, um adversário que sempre trouxe problemas para o clube do Morumbi. Para piorar, vários rumores de arbitragem suspeita e suborno agitaram o ambiente do clube e acirraram o nervosismo já elevado para a “decisão”. No dia do jogo, a equipe entrou em campo com a determinação e concentração características dos anos anteriores e não permitiu grandes chances ao Goiás. Aos 22´do primeiro tempo, Borges fez o gol solitário e necessário para dar o tricampeonato consecutivo ao São Paulo, que se tornava naquele dia o primeiro a levantar o Campeonato Brasileiro por três vezes seguidas e, de quebra, o primeiro clube hexacampeão do torneio.

Jogadores que defenderam o São Paulo no jogo decisivo contra o Goiás – Em pé: Rodrigo, Miranda, Bosco, Rogério Ceni, Bruno, Anderson e André Dias. Agachados: Jorge Wagner, Hernanes, Júnior, Joílson, Hugo, André Lima, Richarlyson, Éder Luís, Borges, Jancarlos e Dagoberto.

Resultado de imagem para Muricy Ramalho é tricampeão brasileiro como São Paulo

Na comemoração, as imagens de Muricy Ramalho batendo no braço com raiva, calando os críticos, ficaram marcadas para sempre. Aquele foi o mais sofrido título nacional do treinador, que teve que superar eliminações e contestações para levar o tricolor mais uma vez ao topo. Após o título, o treinador foi categórico:

“Faz 18 jogos que a gente não perde. Tem sempre que repetir a mesma porcaria? Perguntinha chata, porradinha. Se tem pergunta boa, (a resposta) é boa. No ano que vem, vai ser só uma (entrevista coletiva) por semana, hein?”Muricy Ramalho, em trecho extraído da revista Placar, dezembro de 2008.

Time base do São Paulo na campanha do hexa:

Em 2008, o time manteve a forte marcação no meio de campo, a sobriedade da defesa e a letalidade nos contra-ataques.

Números da campanha do São Paulo no título brasileiro de 2008:

Em 19 jogos do returno, o São Paulo perdeu apenas um, venceu 12 e empatou seis, desempenho fundamental para a conquista de um título tido como improvável. A campanha foi semelhante a de 2006: 38 jogos, 21 vitórias, 12 empates, cinco derrotas, 66 gols marcados e 36 gols sofridos, aproveitamento de 65%.

ENTREVISTA COLETIVA DE MURICY RAMALHO APÓS A VITÓRIA SOBRE O GOÍAS, NA ÚLTIMA RODADA DO CAMPEONATO (VALE MUITO A PENA VER):

ABAIXO, LISTAMOS OS MELHORES MOMENTOS DE JOGOS DE MUITA IMPORTÂNCIA NESSA CONQUISTA:

6° RODADA: Flamengo 2 x 4 São Paulo – A vitória que garantiu a permanência de Muricy no Cargo

11° RODADA: São Paulo 2 x 1 Peppas – Vitoria no choque-Rei para dar confiança

33° RODADA: São Paulo 3 x 0 Internacional – A vitória que deu a liderança ao São Paulo pela primeira vez no campeonato.

34° RODADA: Portuguesa 2 x 3 São Paulo – Sem dúvidas um dos jogos mais marcantes daquela campanha. O triunfo veio apenas no finzinho (para o alívio de Muricy Ramalho e toda a nação soberana)

36° RODADA: Vasco 1 x 2 São Paulo – O Vasco vinha pressionado pois figurava na zona de rebaixamento e precisava muito daquela vitória, infelizmente para eles, o adversário da vez era o atual bi campeão São Paulo.

38° RODADA: Goiás 0 x 1 São Paulo – O JOGO DO TÍTULO

JOGADORES DO HEXA:

Rogério Ceni

Rogério Ceni

Ídolo, capitão e líder da equipe. Mesmo sem balançar as redes como em Brasileiros anteriores, o goleiro foi importante até fora de campo, quando não pôde atuar. Na reta final fez defesas importantíssimas que garantiram o caminho do time na conquista.

 

Miranda

Miranda

Seguramente o melhor zagueiro do Brasil naquele ano. E provou isso no Brasileirão. As ótimas atuações do jogador renderam até convocação para a seleção brasileira e especulações de transferências para grandes clubes europeus.

 

Hernanes

Hernanes

O fracasso brasileiro na Olimpíada foi um divisor de águas para o volante. O jogador voltou de Pequim para comandar o São Paulo rumo ao hexa, com uma marcação eficiente e um toque de classe diferenciado no meio-campo da equipe.

 

André Dias

André Dias

Apesar de não ser unanimidade entre torcedores são-paulinos, o zagueiro fez um torneio quase perfeito. Sempre jogando na sobra com esquema de três zagueiros, André Dias foi impecável na marcação e nas antecipações aos atacantes adversários.

 

Hugo

Hugo

Começou o ano como “moeda de troca”, fora dos planos do time, mas a falta de meio-campistas fez com que o jogador se reintegrasse ao elenco e se transformasse em peça fundamental de Muricy. Fez muitos gols decisivos.

 

Borges

Borges

Artilheiro nato; tem o faro do gol. Teve altos e baixos no início da campanha do hexa, ficou um tempo parado por conta de uma torção no tornozelo, mas voltou bem na reta final e marcou os gols que estavam faltando para o Tricolor.

 

Dagoberto

Dagoberto

Cresceu principalmente no segundo turno e foi importante taticamente para o time. Velocidade, garra e habilidade foram suas principais armas no Brasileirão. E, quando marcou com a camisa do Tricolor, o time nunca perdeu.

 

Zé Luís

Zé Luís

O “coringa” do São Paulo. Qualquer que fosse o esquema, ele era titular. E sempre deu conta do recado em todas as posições. Atuou como lateral-direito, zagueiro, volante e ainda marcou seus gols no ataque. Se precisasse, iria até para o gol.

 

Jean

Jean

Transformou-se de ilustre desconhecido em titular absoluto do campeão brasileiro. Ganhou espaço entre os 11 com a má fase de Richarlyson e não saiu mais. Incansável, o “motorzinho” do time é uma das gratas revelações do torneio.

 

Rodrigo

Rodrigo

Velho conhecido da torcida, chegou no meio do ano com a difícil missão de substituir Alex Silva, que foi para a Europa. E conseguiu até mais do que isso. Passou a segurança que a zaga precisava, além de demonstrar técnica apurada e muita raça.

 

Jorge Wagner

Jorge Wagner

Tanto no meio-campo quanto na ala, foi o garçom da equipe. Seus cruzamentos para a área adversária resultaram em muitos gols. Passou por um momento ruim e chegou até a ir para a reserva, mas deu a volta por cima e reconquistou a confiança. Foi citado por Muricy como sua maior referência dentro dos gramados.

 

Bosco

Bosco

Não existe missão mais ingrata do que ser reserva de Rogério Ceni. O sujeito sabe que não vai jogar nunca, tanta é a “fome” do titular, e nas poucas chances que surgem precisa manter o alto nível. Bosco aceita o banco numa boa, não decepciona quando joga e ainda vibra com cada gol do time como se fosse dele.

 

Richarlyson

Richarlyson

De estrela e jogador de seleção brasileira para reserva de luxo. Mas, mesmo no banco de suplentes, não desanimou. E sempre que foi requisitado entrou ligado, ajudando a equipe sem estrelismos ou cara feia.

 

Anderson

Anderson

Atuou pouco, é verdade, mas entrou numa fogueira danada na reta final do campeonato, com as suspensões frequentes dos zagueiros titulares, e mandou muito bem. Nessas partidas em que atuou, substituiu seus companheiros a altura.

 

Jancarlos

Jancarlos

Chegou a ser anunciado como reforço do Fluminense no meio do campeonato, mas ficou na equipe e foi útil quando jogou. Fez um gol importante contra o Cruzeiro, adversário direto na luta pelo título.

 

Júnior

Júnior

Foi titular em pouquíssimos jogos e entrou no decorrer de outros poucos. Não teve a mesma importância das conquistas anteriores, mas, experiente, não reclamou em momento algum de ser reserva. Vira e mexe ainda aparecia pulando em cima dos companheiros na beirada do campo para festejar os gols.

 

Joílson

Joílson

Chegou para ser titular. Foi na maior parte do Brasileirão, mas não teve grandes atuações, apesar de também não ter comprometido.

 

 

Éder Luis

Éder Luis

A torcida e o próprio Muricy esperavam mais do atacante, que não jogou o mesmo que jogava no Atlético-MG. Mesmo assim, fez dois gols importantes, contra Palmeiras e Vitória, dando sua contribuição na conquista do hexa.

 

André Lima

André Lima

Chegou na metade do ano para ser titular e teve um começo arrasador, com dois gols marcados logo na estréia, mas caiu de produção nas partidas seguintes e amargou o banco de reservas. Foi preterido até quando Borges não pôde atuar. Tem espírito coletivo, importante para o bom ambiente do grupo.

 

Aislan

Aislan

Jogou pouco. Sua inexperiência não permitiu que ajudasse o São Paulo em mais partidas, mas mostrou personalidade forte e pode crescer muito dentro do elenco.

 

 

Aloísio

Aloísio

Quando esteve na equipe, oscilou entre o banco de reservas e o time titular. Entretanto, a maior contribuição do atacante foi com seu carisma e sinceridade. É muito querido pelo grupo, tanto que, quando foi embora para o futebol árabe, Rogério Ceni entrou em campo com a camisa 14 de Aloísio para homenageá-lo.

 

Alex Silva

Alex Silva

Esteve em campo em dez oportunidades na fase em que o São Paulo estava mais preocupado com a Libertadores. Jogou pouco, mas rendeu um bom dinheiro ao clube com sua venda para o futebol alemão.

 

Éder

Éder

Até brigou por uma vaga de titular na lateral-direita da equipe, mas suas más atuações e seu comportamento fora dos gramados fizeram com que o clube rescindisse seu contrato.

 

Pablo

Pablo

Entrou no final de uma partida. Só.

 

 

 

Alex Cazumba

Alex Cazumba

Fez alguns bons jogos e mostrou potencial, mas foi emprestado ao Figueirense para ganhar experiência.

 

 

Bruno

Bruno

Atuou numa partida como titular, quando o São Paulo usou os reservas por conta da Libertadores, e entrou no final de outra.

 

 

Juninho

Juninho

Chegou para ser titular absoluto na zaga e acabou o campeonato como sexta opção de Muricy.

 

 

Wellington

Wellington

Um jogo, sem comprometer.

 

 

 

Rafael

Rafael

Foi bastante utilizado no Paulistão, mas atuou apenas uma vez no Brasileirão.

 

 

 

Sergio Motta

Sergio Motta

Foi considerada a grande revelação e a solução para o problema de armação da equipe, mas quando esteve em campo não fez jus à fama.

 

 

Fábio Santos

Fábio Santos

Decepcionou, arrumou briga com Carlos Alberto e foi devolvido ao Lyon antes mesmo do término do seu contrato

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