MADE IN COTIA

Quem foram as jóias de Cotia que alcançaram o profissional e quais foram os resultados

Não há dúvidas que o Tricolor é o time que tem o maior cuidado com as categorias de base do time e faz isso acima de qualquer outro clube no Brasil, a nível de grandes clubes Europeus.

Conheça um pouco da Estrutura do CFA de Cotia, construído em 2005:

  • 220.000m²; 1 campo oficial com arquibancada para 1500 pessoas e 208 vagas de estacionamento; Outros 7 campos oficiais; 08 vestiários; 04 campos sociais; drenagem e irrigação computadorizada; 01 quadra poliesportiva; 01 campo de areia; áreas de estacionamento; 04 alojamentos para 110 jogadores; 04 vestiários; refeitório para 120 pessoas e cozinha industrial; sede administrativa; sala de monitoramento; 02 piscinas, sendo uma semiolímpica; oficina de manutenção; REFFIS – Núcleo de Reabilitação Esportiva Fisioterápica e Fisiológica; Alojamento para 148 hóspedes (74 apartamentos); 02 salas de para reforço escolar e aulas de inglês para jogadores e funcionários;

Com toda essa estrutura e outros aspectos não citados acima, as promessas do São Paulo tem tudo para se tornarem grandes atletas profissionais, vejamos quem foram os craques de Cotia que chegaram ao profissional do Tricolor nos últimos anos.

LUCAS – Sem dúvidas, o melhor de todos nos últimos anos. Chegou ao profissional do São Paulo em 2010, ainda com o apelido de Marcelinho, mas Lucas tratou logo de se desmembrar dessa alcunha e queria ser chamado pelo nome, que fez história no Morumbi. Vestindo o número 37, Lucas aos poucos foi ganhando espaço com boas atuações e no ano seguinte já se tornava titular da equipe. No ano de 2012, quando o Tricolor faturou a Copa Sulamericana, Lucas já se classificava entre os melhores no Brasil e jogou muito em todos os jogos sempre deixando claro seu amor ao São Paulo, nos deixou com o título e ergueu a taça sob pedido do M1TO – Rogério Ceni, seguindo para o PSG.

CASEMIRO – Outra grande promessa, chegou ao time também em 2010, o volante demonstrava segurança e sabia sair jogando com certa qualidade. Chegou a ser titular em 2011, o time que alcançou a liderança do campeonato não conseguiu se manter, assim como Casemiro na equipe titular e mais uma vez o meia foi parar no banco de reservas. Com a chegada de Ney Franco no ano seguinte, Casemiro também não conseguiu engrenar entre os 11 titulares e acabou sendo negociado com o Real Madrid para cobrir dividas que o senhor Juvenal Juvencio já tinha no clube.

RODRIGO CAIO – Promessa que virou realidade, com pouca experiência o defensor que também é volante, ganhou o respeito do time e da torcida. Hoje é titular indiscutível, apesar da má fase defensiva do Tricolor. Chegou em 2012, e aproveitou as oportunidades tanto de zagueiro quanto de volante, com muita raça e amor a camisa, o número 3 é um dos preferidos da Torcida Tricolor.

LUCÃO – Chegou ao profissional em 2013, com pouco espaço o zagueiro só ganhou reais oportunidades em 2014, mas foi neste ano que zagueiro por falha da diretoria por não contratar um zagueiro experiente (LUGANO!), deixou com que um jovem de 19 anos não tivesse sombra no banco e se tornasse titular. Sem vontade nas jogadas, errando em lances cruciais, Lucão se tornou titular e dá para contar nos dedos as boas atuações em 2015, muito criticado pela torcida o defensor promete melhorar no ano quem, vamos ver…

LUIZ EDUARDO – O zagueiro que teve pouquissimas oportunidades, nunca conseguiu engrenar um bom futebol, revelado em 2011, o defensor segue emprestado ao longo das temporadas, neste ano o atleta esteve emprestado ao Juventude-RS e Rio Claro-SP, mas já passou por Boa Esporte, Comercial e Náutico.

WELLINGTON – Volante que chegou em 2008 no Tricolor, era uma das promessas da base, apesar de muito novo, o meia só ganhou espaço mesmo a partir de 2010 e 2011, quando assumiu a titularidade da equipe ao lado de Denilson onde apresentando um bom futebol conquistou a Copa Sulamericana. Um dos destaques do grupo que caiu muito de rendimento e neste ano foi emprestado ao Internacional, mas deve retornar no ano que vem.

ADEMILSON – Era a grande promessa da base, chegou ao profissional em 2012, após ótima campanha na Copa São Paulo ao lado de Ewandro. Este teve altos e baixos, alguns momentos chegou até a ser titular, mas não perdurava por mais de 3 jogos e o mau desempenho o levaria ao banco de reservas novamente. Ágil, porém às vezes não sabe o que fazer com a bola. Muito criticado pela torcida em certos momentos, Ademilson foi emprestado neste ano para o Yokohama Marinos-JAP e retornará ao Tricolor em 2016, esperamos um melhor futebol. Jogou pela Seleção Brasileira de  base.

EWANDRO – O jovem atacante que se destacou ao lado de Ademilson em 2012, revelado apenas no ano passado, teve poucas oportunidades, mas demonstrou qualidade. Chegou a ser titular em um clássico contra o Santos, ousadia do técnico Muricy Ramalho. Pouco aproveitado, Ewandro foi emprestado ao Atlético Paranaense e deve retornar ao Tricolor no ano que vem, é um jogador a se preservar.

JOÃO SCHMITD – Chegou ao profissional em 2011, muito jovem o volante disputou poucas partidas. Na maioria dos jogos nem se quer aparecia entre os relacionados. Com algumas atuações, sem tanta empolgação, o meia foi emprestado no ano passado ao Vitória de Setúbal-PORT, onde se tornou titular e marcou 8 gols na temporada. Retornou no final do Brasileirão, disputou ainda mais 4 jogos pelo Tricolor. Destaque da imprensa portuguesa, o atleta vai ser melhor observado por aqui.

JOÃO PAULO – Conhecido pela entrevista “Eu não sei o que aconteceu, se aconteceu eu não to sabendo” pela Copinha, o atacante chegou ao profissional após boas atuações nas categorias de base. Disputou algumas partidas, nem cinco eu arriscaria, não conseguiu mostrar o mesmo futebol da base, mas seguirá no profissional do clube e pode ganhar espaço em 2016.

Outras atletas que chegaram ao profissional, mas que não disputaram partidas são: Lucas Perri (goleiro – joga na equipe sub-2o) e Murilo (atacante – também atua na equipe sub-20).

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