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Dorival fala sobre Cueva, briga por Libertadores e 2018

Após a partida contra o Botafogo, o técnico falou sobre Cueva na reserva e Libertadores e como os planos para o planejamento de 2018

Com o Cueva sem se apresentar no CT da Barra Funda no dia combinado, Dorival Júnior teve que modificar a equipe para o confronto contra os cariocas.

No final da partida o treinador falou sobre o peruano, a vaga da Libertadores que ficou longe demais, os 46 pontos que já livraram o Tricolor do risco de rebaixamento e o planejamento de 2018. Veja abaixo:

CASO CUEVA

O treinador explicou o porquê do jogador aparecer no banco de reservas já que ele não treinou e concentrou com a equipe nos dias anteriores.

“Houve o atraso. Ele chegou seis e meia da manhã, foi direto para o centro de treinamento, praticamente descansou até momentos antes da partida. Ele não treinou, não fez o dia a dia. Não tínhamos como escalá-lo. Seria um risco muito grande colocá-lo em campo desde o início. […] Vontade eu teria, desde que ele tivesse participado dos treinamentos e retornado no momento que imaginávamos. Não acontecendo, aproveitamos da melhor maneira possível. Ponto. Não tinha outra possibilidade. Não tinha como fazer de uma maneira diferente”.

“Toda decisão é tomada em consenso. Ninguém passou a mão na cabeça de ninguém. A diretoria vai saber como conduzir o caso. Resolvemos esse tipo de problema sempre internamente, sem alarde. O importante é que os jogadores têm consciência do que aconteceu. Aguardávamos o Cueva, sim, no dia de ontem, e acabou não acontecendo “.

LIVRE DO REBAIXAMENTO

“Houve uma entrega muito grande dos jogadores para conseguirmos reverter esse quadro. Não foi fácil. O trabalho é digno de todos os elogios”.

“Nossa preocupação era nossa situação na tabela. Isso incomodava muito. Não podíamos relaxar em momento nenhum. Esse objetivo foi alcançado. Temos ainda um objetivo maior. Vamos esperar o fim da rodada para saber o que vamos precisar. Não foi fácil, não foi simples. Foi um trabalho muito complicado, muito difícil. Só as pessoas que estão lá dentro sabem do que estou falando. Ano passado, tivemos uma grande equipe tendo dificuldades e não tendo recuperação, e isso poderia ter acontecido com o São Paulo”.

VAGA NA LIBERTADORES

“O time se doou em campo, conseguiu criar oportunidades. Exigimos muito do Botafogo. Não fomos felizes nas definições. Em momento algum, deixamos de ser agressivos, de buscar o gol a todo momento. Houve uma dedicação muito grande. É natural que os jogadores saiam sentindo aquilo que não foi alcançado. Era um objetivo nosso, em fazendo uma vitória, termos uma possibilidade maior de repente buscar uma oportunidade melhor. É uma pena que não tenha acontecido”.

SHAYLON NO LUGAR DE CUEVA

“Acho que é um grande jogador (o Cueva), diferenciado. Faz parte para qualquer equipe. Gostaria muito de contar com ele desde o começo da partida. Mesmo assim, o Shaylon fez uma bela apresentação. Ganhamos um novo atleta, mais maduro. Agora temos que ter tempo para ele alcançar uma maturação por completo. Ele tinha sido lançado antes da minha chegada. Agora, dentro de pouco tempo, começará a produzir muito mais do que vinha fazendo”.

 

Foto: Divulgação